28 de abril de 2017

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done and exhausted
just let me rest
at least for a little while

quem é você?

25 de abril de 2017

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existem pessoas que são raio de sol, existem aquelas que são flor de cerejeira, velas de baunilha ou as cores do crepúsculo. as pessoas que são chão de mogno (eu acho essa palavra muito bonita), templos romanos, e terra depois de chover. eu não sei o que eu tô escrevendo. era pra ser poético e bonitinho. me perdi pensando no tipo de pessoas que existem. muitas... muitas pessoas. pessoas me deixam ansiosa, prefiro observar de longe. raio de sol, cerejeira, velas de baunilha.
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A garota esqueceu como ver 
A garota esqueceu como respirar 
A [emoção] é a sua prisão; sim 
Faz com que ela queira sumir, 
Faz com que ela fique com medo de sumir 
E o debate sobre a importância da bondade 
É feito, é decidido: 
Bondade não é real, 
Muito poucas coisas são - 
Talvez nada 
Talvez nada 
Ela deveria ficar dentro de si // 
Ela apodrecerá em sua tristeza 
Ela nunca experimentará juventude

(escrito em 03/04/2016)

13 de abril de 2017

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passadas descuidadas na rua, não checar se há carros vindo ou alguém seguindo. não cuidar se a quantidade de cloro faz bem pra sua pele sensível, se deveria tomar um banho de chuva e logo após um de chuveiro gelado e bem demorado. cortes nos pulsos, cortes nos tornozelos, brasa de cigarros nos joelhos, beliscões, puxões de cabelo, às vezes socos. eu sei que eu nunca cuidei de mim. sei que me odiei por muito tempo (e ainda odeio) eu sinto um vazio no peito e uma culpa por ter vontade de fazer mal a mim mesma. apesar da imensa vontade, eu não faço mais... não é nem por mim, é mais pelas pessoas que gostam de mim. pra falar a verdade é A pessoa. ele faz me sentir como se fosse a pessoa mais preciosa que existe... queria dizer que não mereço mas vai brigar comigo. obrigada por gostar de mim quando nem eu mesma me suporto.

6 de abril de 2017

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Understand, I’ll slip quietly away from the noisy crowd when I see the pale stars rising, blooming, over the oaks. I’ll pursue solitary pathways through the pale twilit meadows, with only this one dream: You come too.

Another belief of mine: that everyone else my age is an adult, whereas I am merely in disguise.

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~

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A serene sense of the slow inevitability of the gradual changes in the earth’s crust comes over me; a consuming love, not of a god, but of the clean unbroken sense that the rocks, which are nameless, the waves which are nameless, the ragged grass, which is nameless, are all defined momentarily through the consciousness of the being who observes them. With the sun burning into rock and flesh, and the wind ruffling grass and hair, there is an awareness that the blind immense unconscious impersonal and neutral forces will endure, and that the fragile, miraculously knit organism which interprets them, endows them with meaning, will move about for a little, then falter, fail, and decompose at last into the anonymous soil, voiceless, faceless, without identity.