#5 Trivialidades
24 de agosto de 2016 | 9:34 AM | 3 comentários

Eu não sei nem há quanto tempo venho formulando esse post na minha cabeça, talvez desde que parei de blogar. Bem,eu parei de blogar porque não tinha exatamente o que (e porque) blogar. Bloqueio criativo, e logo nas férias. Pra simplificar, eu fiquei apenas procastinando as férias inteira. Minhas aulas voltaram tem mais ou menos duas semanas ou seriam três?.
No momento são 23:21PM do dia 23/08/2016, estou no ônibus e ele chacoalha demais. não sei porque pensei que esse seria o momento apropriado prq fazer esse maldito post. Minha barriga ronca de fome (logo completo 24h de nf), escutando amber. Mas eu não estou aqui pra falar do presente, é, não exatamente, mais pra falar do que foi presente, há pelo menos um tempinho atrás.

wong, o que você fez nas férias?
como eu disse, absolutamente nada, mal pude colocar as séries em dia porque estava muito ocupada ficando muito na badfazendo nada.
Eu não tenho me sentindo exatamente triste, mas é um sentimento estranho. Seria tédio? eu adoraria saber. adoraria saber o que exatamente se passa comigo, saber o exato momento em que fiquei dessa forma e então, de algum jeito, voltar no tempo e impedir a antiga eu de chegar nesse fundo do poço. Mas infelizmente isso não é possível.
Conheci um carinha na praia, quando estava com minha irmã e o marido dela, ele é legal e até que bonito, fiquei interessada, mas parece que ele não. mas enfim.... vamu faze oq né?
A notícia boa é que emagreci. mas pretendo emagrecer mais, bem mais

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Apenas me puxe.
21 de agosto de 2016 | 9:34 PM | 0 comentários

Isso nunca vai acabar… eu sinto que isso nunca vai me deixar.. cada vez que eu tropeço o sentimento de repulsa comigo mesma vem mais forte e é como se a tortura mental ficasse mais lenta e poderosa. Eu como, eu infelizmente me rendo ao alimento e por muitas vezes faço do inferno uma casa da qual não existe portas de saída… eu posso correr pra minhas mais variadas formas de escape: choro, remédios, cortes e desespero, me olho no espelho e sinto as lagrimas caírem, me soco internamente e fisicamente até me enganar que a dor física vai ser maior que a mental mas então eu me engano e nenhuma forma de escape consegue me desviar da dor interna, do inferno psicológico em qual mergulho e faço visitas constantes. Tudo machuca minha alma sensível, os comentários, os olhares, as magras, a força, o vazio, tudo machuca, mas nada machuca mais que eu mesma me fazer cair no buraco, eu mesma comer e me decepcionar, saber que eu falhei e por conta própria … ai a dor é grande, ai o choro é mais quente que o normal. Muitas vezes eu fico feliz por ter conseguido ficar livre e vazia, muitas vezes eu durmo como uma pena e acordo cheia de luz com o vazio interno mas não é mais vezes que ir pro inferno, são apenas idas esporádicas ao céu onde encontro a magreza que existe em mim e faço daquilo meu eterno subterfúgio de fuga para quando eu caio no precipício. Há dias mortos, de torturas que eu só penso em arrancar essa maldita pele, essa desgraça não é minha, eu odeio cada centímetro indesejado dessa gordura que não me deixa, eu cavo, eu grito eu rogo pelos ossos, eu preciso me erguer quando não vejo escapatórias porque são as maldades da mente que me afunda na gordura e penso que de lá não posso sair, que sempre vou permanecer assim, que jamais verei meus ossos e derramar lagrimas de felicidade pela magreza…é as mentiras da mente que te leva pra trás, eu não me engano… muitos me dizem que sou enganada por esse demônio que sussurra em meu ouvido que não devo comer, mas é ele que me mostra a enganação da gordura, que eu não posso viver assim, que eu não mereço viver assim…

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| 4:03 PM | 0 comentários

Infelizmente, eu sou dessas que não tem auto estima suficiente para ser feliz sozinha. Sim, eu disse auto estima. Aquele preenchimento que, quando conquistado, te liberta a sentir qualquer coisa - liberdade, desejo, até mesmo amor próprio. Sim, eu preciso de auto estima, para pelo menos ser feliz sozinha. Mas, aonde que fica o poço que transborda auto estima? Talvez seja isso que Carol quer encontrar. E quando encontra, se afunda nesse poço. E nunca mais sai.

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j
20 de agosto de 2016 | 10:03 AM | 0 comentários


Cá me encontro de novo nestas linhas
De novo a te entregar, pobre caderno
Relato do sofrimento hodierno
-Mas com que solicitude o retinhas!
A vida? Continua o mesmo inferno!
Ora, tu cismas com umas perguntinhas...
Por isso é comum que eu deixe sozinhas
As lamentações do meu pranto eterno
Legadas ao vazio inquebrantável
Da indiferença com que tem me ouvido
O círculo cordial e saudável
de minhas amizades - que doído
notar que o sorriso mais amigável
é a máscara do escárnio reprimido.

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03:37 AM
| 9:56 AM | 0 comentários

Ás vezes
Me deito na cama
Ouço a chuva e penso
"Eu não quero ser feliz"
Ser feliz significa que,
Vou ser igual aos outros,
Que vou querer sair de casa,
Que vou agradecer minha existência.
Minha existência mediocre,
Que nem sequer pode dizer "Eu te amo"
Minha existência mediocre
Que apenas continua convivendo com outras pessoas por medo
De descobrirem
Que eu as odeio
Minha mediocre existência
Que sente vontade de chorar
Apenas por ter que ficar junto com os outros.
Minha mediocre existência
Que não tem mais forças
Não tem mais sonho
Não tem mais esperanças
Que não quer deixar sua mascara sorridente cair
Assim como as lágrimas de seu rosto
Então penso
"O que é ser feliz?"
É se tornar um robô
Achar que tudo é perfeito
E achar que esta tudo bem.
sete anos;
18 de agosto de 2016 | 7:27 PM | 0 comentários

Ouvi dizer, que a cada sete anos de vida, nós não somos nós mesmos. A cada sete anos, nossas células, de alguma forma, cometem suicídio e dão lugar para novas. Nos tornamos outra pessoa. Se é assim... imagino quando esse tempo passar pra mim.. Haverá uma eu que você nunca terá tocado, falado, ou ao menos respirado em cima. Haverá um eu que você não conhece. Eu fico contente e meio deprimida com isso. Fico triste porque, ao imaginar uma eu, que nunca foi tocada por você meio que me deixa desesperada, seu toque é por fim, a última lembrança que tenho de nós você, e logo, ela simplesmente irá parar de existir.

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16 de agosto de 2016 | 9:05 AM | 4 comentários

Então, eu voltei. não há muito para relatar, mas aqui estou eu, senti falta disto.