(#8 trivialidades)
28 de dezembro de 2016 | 2:11 PM | 1 comentários

Estou irritada. eu nem sei o motivo real disso, mas estou. acho que é calor. não sei... eu tô carente e me odiando. que droga. eu tô sentindo umas coisa muito nada a ver, e estou muito confusa com isso. Eu quero beber, chapar. eu preciso transar. não é brincadeira. eu tô confusa. eu quero sumir. eu odeio calor e odeio férias. eu não me importo com essa merda eu só quero sumir.

eu tô há um tempão tentando arranjar emprego aqui na cidade e ontem eu recebi uma proposta com 50% de chance de dar certo. eu quero que dê certo. eu preciso de grana. eu odeio ter que depender da mãe, me sinto culpada por viver nas custas dela e ser esse lixo de pessoa. eu tento melhorar. tento mesmo. eu quero sair daqui urgentemente. eu tenho desânimo, não quero viver. 

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I want to love you, I'm not enough (#7 trivialidades)
26 de dezembro de 2016 | 9:12 PM | 0 comentários


Nada suficiente. Eu sou covarde, já fique sabendo por aí. covarde e dependente. não me dê papo ou atenção demais porque eu vou querer toda hora. oh, well. Estou de férias. eu ia começar esse post como mais um dos meus textos sofridos mas decidi mudar, e é isso que eu pretendo fazer em 2017, estou resolvendo algumas coisas relacionadas a minha moradia na cidade vizinha, preciso também encontrar um trabalho, vai ser tudo bem fácil, já que eu estudo pra lá. O que vai ser difícil mesmo vai ser falar com minha mãe, não foi uma nem duas vezes que toquei nesse assunto com ela e ela meio que pirou. Eu quero fazer isso certo, quero morar sozinha, quero crescer... estou animada com tudo isso, mas preciso demonstrar que não já que ela vê tudo isso como um grande abandono. Bem... eu quero mesmo fazer isso.
Já estou de férias há mais ou menos um mês e já mudei pra casa do fundo, aqui é apertado e quente e eu não consigo dormir à noite, muito menos ter minha graciosa privacidade. E nessas férias também me tornei mais próxima de um certo @, ele é tão doce e fofo, acredito estar gostando dele... mas sei lá, parece estar tudo acontecendo muito rápido, eu não quero me precipitar... ele parece se sentir da mesma forma, eu acredito.
Bom, além disso não acredito ter mais alguma novidade... estive procurando emprego desde antes de o verão começar e até agora nada... estou realmente aflita porque preciso de dinheiro. A cidade fica lotada e as ofertas de trabalho aumentam no verão, se não consegui nem ao menos como garçonete, só reforça a minha ideia de mudar... e eu quero tanto fazer isso!

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642 coisas sobre as quais escrever: #18.1 Comece com: "não parecia muito naquele tempo que..."
24 de dezembro de 2016 | 4:39 PM | 0 comentários

Não parecia muito naquele tempo que eu iria gostar de você, nós seríamos ótimos amigos se você não tivesse gostado de mim e estragado tudo. Eu ainda sofro com isso, não quero mentir, eu não queria gostar de você. Mas passou, eu preciso superar, que falha, somos dois idiotas.

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642 coisas sobre as quais escrever: #17 Um presente para a sua mãe
| 4:38 PM | 0 comentários

Viagem. Mas não pode ser muitos dias, nem poucos dias. 6 servem. Assim como também não pode ser pra muito longe. Dinheiro, tem que vir no pacote também. Eu me canso de conversar com minha mãe, ela é tão conservadora e não gosta de se arriscar, não que eu me arrisque, mas diferente de mim, ela se importa muito com o que as pessoas vão pensar e isso é irritante, tenho que fingir que não ligo pra isso porque se não ela se magoa. Ela gostaria de ganhar no jogo do bicho ou na mega-sena.

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642 coisas sobre as quais escrever: #16 A mais intrigante e inesperada conversa com um(a) desconhecido(a) que você já teve.
| 3:27 PM | 0 comentários


Well, não foi bem uma conversa, foi uma coisa que um garoto da faculdade falou pra mim. "Eu nunca tinha te visto rir assim antes" eu estava cantando músicas de Halestorm com Vitória e eu acho que nunca vou me esquecer desse dia. Eu não sabia que eu era tão carrancuda assim, eu sempre fui quieta, ficava na minha, as pessoas me diziam que eu era metida, isso é uma mentira;

 mas teve também essa, que eu já havia postado aqui.

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642 coisas sobre as quais escrever: #15 Escreva sobre seu filme favorito.
| 2:27 PM | 0 comentários


Eu não tenho um filme favorito. Eu gosto de filmes. Eu não vejo essa necessidade de me rotular numa certa categoria de: AMO TANTO TAL COISA VAI FICAR ALI COMO MEU PREFERIDO PRA SEMPRE. Você sempre vai mudar a sua opinião não é? Ficar estagnado é chato demais.

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642 coisas sobre as quais escrever: #14 Descreva cada pessoa da sua família em uma palavra.
| 2:25 PM | 0 comentários



Mãe: Protetora.
Cida (irmã do meio): Amiga.
Dan (irmã mais velha): Insuportável.
Sávio (Sobrinho): Projeto.
Samyra (Sobrinha): Indiferente.
Fábio (Cunhado): Chato.
Joyce (prima): Era.
Jack (prima): Indiferente.
Jéssica (prima): indiferente.

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642 coisas sobre as quais escrever: #13 Escreva recadinhos de "biscoito da sorte".
| 2:22 PM | 1 comentários


FODA-SE. Você não terá sorte. Próxima tentativa. Ouvi dizer que você vai se sentir mais feliz se ouvir Lana Del Rey. Você deveria postar menos e se importar mais. Isso é uma mentira. Você ainda acredita nessa bobagem? Signos é meu cu. Deixa de ser hipócrita. @sadomasoqueen, meu twitter, xox. Senpai me nota. I miss the misery. Já sentiu falta do Ex hoje?

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642 coisas sobre as quais escrever: #12 Cleptomania
11 de dezembro de 2016 | 10:49 AM | 1 comentários

É cleptomania quando, você querer o objeto, mas não tem dinheiro pra pagar?
Preciso confessar, já roubei coisas.
Me sinto o Robin Wood ao dizer isso mas só eram coisas que ninguém queria. Tipo os livros que deveriam estar na biblioteca da escola mas estavam no depósito, disse ao diretor mas ele respondeu que aqueles seriam jogados no lixo. Por isso, não me sinto culpada ao admitir que roubei coisas. Eu precisava de livros, eu tinha sido uma pobre alma que havia lido só 4 livros em 4 meses do ano, como eu iria sobreviver? Que vício mais horrível!

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642 coisas sobre as quais escrever: #11 Escreva uma carta de amor para quem já se foi.
| 10:48 AM | 1 comentários

Eu te amava.
Oi.
Não é assim que se deve começar uma carta, mas, já mandei, na lata. Não gosto de rodeios, e você sabe disso. Foi culpa minha você ter ido, mas você não fez questão de ficar e acredito que isso signifique que foi culpa sua também.
Mas enfim, isso é uma carta de amor e eu não devo te esculhambar, fiquei sabendo. Eu gostava de suas olheiras, seu cabelo bagunçado, suas roupas amarrotadas, seu gosto peculiar pra cigarros, o jeito que você olhava pra mim... Eu gostava de você. Talvez você seja a personificação perfeita de algo que eu esperava pra minha vida. Eu não poderia te idolatrar menos. Sua voz, seu beijo, seu toque. Até suas frescuras pra comida eu gostava. Por que partiu? Por que partiu meu coração? Você se foi, e levou uma parte de mim junto. Agora eu me sinto estranha, incompleta. Poderia me devolver por favor?

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Escrevendo até dar sono - 4:45AM
| 10:46 AM | 0 comentários

Preciso escovar os dentes. Desligar a música, fechar os olhos. Meus dedos estão doendo de tanto digitar e eu não consigo acreditar que mãe não ouviu todo esse barulho de teclas. Eu deveria estar  terminando de revisar a fanfic para postar amanhã, mas eu tô com preguiça e não consigo parar de escrever coisas para o blog. Eu deveria fazer tantas coisas. Cansada.

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642 coisas sobre as quais escrever: #10 O que você comeu no café-da-manhã?
| 10:45 AM | 0 comentários

Café. Puro, preto e uma colherzinha de açúcar. Sabe, estou tentando emagrecer e cortei praticamente tudo do meu cardápio, mas uma coisa que preciso cortar mesmo é o pão. Fico o dia inteiro certinho na dieta mas quando chega a noite tenho compulsão por pão... Me odeio muito por causa disso. Ás vezes vomito, na outra tomo inúmeros laxantes, mas eu quero aprender a me controlar... Talvez amanhã não seja mais assim. Quero voltar a estudar beeeeeem mais magra do que estou e o momento é agora. Fecha a boca, porca gorda.

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642 coisas sobre as quais escrever: #9 Complete a sequência e continue escrevendo: "meu primeiro____" ou "minha primeira_____".
| 10:44 AM | 0 comentários


Meu primeiro notebook ganhei quando tinha 15 anos. Foi nele que descobri meu amor pela tecnologia, html e internet, e meu vício também. Foi por causa dele que briguei muitas vezes com minha mãe (pirralhice minha, por causa de bobagem), ele foi bem importante. Foi onde zerei todos os meus RE. Onde assisti pornografia pela primeira vez. Onde descobri meu amor por escrever. Onde tive meus primeiros blogs, onde me descobri pela primeira vez. Ainda o tenho até hoje, só não funciona mais.

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Fear and loathing
| 10:42 AM | 0 comentários

Eu vivo muitas vidas diferentes, sendo pessoas diferentes. Eu vivo minha vida no vazio. Eu encho meu coração de vazio. Eu não quero ferrar ninguém, talvez, só talvez eu queira uns amigos pra conversar. Não quero viver no vazio, quero sentir como se estivesse flutuando e não como se estivesse em apreensão... Quero me sentir bem. Eu não consigo ser ao comigo mesma, talvez eu devesse simplesmente  acabar com tudo. Tenho pessoas diferentes na minha cabeça. Me pergunto quem vai aparecer no próximo surto. Eu poderia me entupir de remédios. Me pergunto de quem eles gostam mais.

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642 coisas sobre as quais escrever: #8 Onde você se esconde (da vida, dos pais, dos problemas, etc)?
| 10:41 AM | 0 comentários



Meu quarto. Eu sinto tanto aconchego aqui, mesmo assim eu me sinto mal porque eu passo o dia inteiro aqui, de vez em quando vou para a sala espairecer. No entanto, creio que a melhor resposta para essa pergunta teria sido o twitter. Só ele sabe de tudo que já ocorreu comigo. Eu realmente conto tudo pra ele. Acho que é a única rede social que eu genuinamente uso. E eu me sinto bem por lá, porque há pessoas que confio e me identifico. Basta só ver a quantidade de tweets pra ter certeza ~187mil~ por enquanto, e ainda assim acho muito pouco, já que estou ali desde 2011, só na conta @sadomasoqueen. Creio que vai ser uma coisa que vou levar pra vida inteira.

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642 coisas sobre as quais escrever: #7 Descreva uma pessoa excêntrica em ação.
| 10:39 AM | 0 comentários


Eu realmente não tenho a menor ideia de como poderia explorar isso. Talvez eu consiga explicar melhor com pessoas ansiosas. O pensamento vai a mil, a testa começa a surgir as partículas de suor, as mãos geladas suando frio, o coração com taquicardia, completamente acelerado, a perna sacudindo para ter algum alívio, mas sem sucesso. Respira, um, dois, três. Começa a roer as unhas, olhando para todos os lados, iniciando a louca coçada na cabeça. As palavras tropeçam e embolam na língua. Tudo isso porque está esperando um troco na padaria e tem muita gente ao redor.

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642 coisas sobre as quais escrever: #6 Cinco coisas que você vê do lado de fora da janela mais próxima.
| 10:37 AM | 0 comentários


Eu já tinha feito esse post quando eu estava na viagem para a faculdade, foi há uns meses atrás, mas perdi o rascunho. Eu me lembro das coisas que vi na janela, eram: uma casa ainda em construção, um cachorro preto e branco, uma mulher estendendo uma cortina azul no varal, uma caixa d'água aberta no quintal da frente dessa casa e um outdoor com propaganda de tintas Suvinil. Me impressionei por ter lembrado dessas coisas, o ônibus estava em movimento e eu olhei bem rápido. Eu não entendo meu cérebro, coisas importantes ele simplesmente descarta!

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Eu nunca consigo terminar na
| 10:35 AM | 0 comentários


Eu me sinto triste. Não consigo evitar de me sentir assim já que tudo dá errado e a maioria das coisas que acontecem são culpa minha. Eu não consigo fazer nada direito. Sou feia e odeio meu corpo, ninguém jamais se interessaria por mim, eu sou uma alma partida, fragmentada, as outras eu me completam, mas elas são loucas e me deixam louca. Eu vivo muitas vidas diferentes, sendo diferentes pessoas por muito tempo. Eu sinto vazio em meu coração. Minhas personalidades flutuam em meu interior e eu já nem sei mais quem eu sou. Aliás, esse nem era o propósito desse post.

Constituída por um coração partido agora eu morro lentamente. Eu queria ser uma estrela. Uma estrela cadente. Estou morrendo como uma estrela cadente. Minhas personalidades flutuam, mas eu sinto como se eu fosse ninguém. Normal normal normal normal. É como se houvesse um buraco no meu interior, e eu o preencho com pílulas. De volta ao zero eu me sinto tão triste. Aqui vou eu. 

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10/12/2016
| 10:32 AM | 0 comentários

                                         

Por que você fez eu me sentir importante e depois simplesmente partiu? Porque é tão complicado assim continuarmos a sermos amigos? Eu me sinto tão sozinha. Eu preciso de alguém pra conversar, como a gente costumava fazer toda madrugada, até minha mãe descobrir e desligar o wifi toda a noite. Eu me sinto tão malditamente sozinha. Eu troquei aqueles doces por cigarros. Eu troquei as palavras doces por bebidas. Eu troquei seus beijos por lágrimas. Eu não quero admitir que sinto sua falta porque você não sente a minha. Eu sinto a falta de alguém, pra ser meu amigo. Eu me sinto tão fodidamente sozinha. Eu não sinto que conseguirei me abrir novamente com alguém como eu conversava com você. Nossas conversas sobre sexo e coca-cola. E quando nosso grupinho do twitter ficava todo reunido, hoje mal falo com minha prima, acho que ela me odeia. Eu só queria ser feliz daquele jeito de novo. Lembra de quando a debs falou sobre a lenda do akai ito? De amores que se reencontram e se desencontram sempre, mas no final sempre ficam juntas. Isso já aconteceu três vezes com a gente não é? Mas da última vez eu tive certeza que não vou mesmo ficar com você. Você mudou. Você se casou, não foi? Bem, meus parabéns. Ainda se lembra do fio vermelho que está ligando seu dedinho mindinho ao meu? Eu me sinto sozinha.

"eu gosto de ver minha namorada desarrumada, pq eu fico pensando, vai ser assim quando a gente casar"
Você me via desarrumada... Mas você não ficou comigo. Foi culpa minha sim, mas não haja como se eu não tivesse lutado por você. E depois de um tempo, eu só cansei, porque você demonstrou que não valia a pena. E eu não consigo evitar de pensar que ficarei para sempre sozinha, e que, diabos, estou melhor assim, mas eu me sinto malditamente sozinha.

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Não sou ninguém - Emily Dickinson
11 de novembro de 2016 | 9:11 PM | 1 comentários

Não sou Ninguém! Quem é você?
Ninguém – Também?
Então somos um par?
Não conte! Podem espalhar!

Que triste – ser –  Alguém!
Que pública – a Fama –
Dizer seu nome – como a Rã –
Para as palmas da Lama!

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interrupção
14 de outubro de 2016 | 7:26 PM | 1 comentários

Era uma vez Clarabella e ela, ao contrário do nome, não era bela e não tinha clareza sobre nada em sua vida. Era má irmã, má amiga, má namorada e um desastre como filha, isto era porque, constantemente cometia erros que os outros não podiam ignorar e sempre que eles aconteciam, ela se chicoteava e miúda, escondia o rosto na sua pequenez e se mostrava ainda menos bela do que antes parecia.
         Por vezes, ela sentiu como se fosse, uma peça que veio sobrando na caixa do quebra-cabeça e que se de certa forma, deixasse de ser Clarabella, não notariam a diferença ou talvez percebessem que as coisas haviam melhorado, mas jamais atribuiriam isto à inexistência dela, porque nunca fez nada que despertasse tanto a atenção para ela. Talvez se ela tivesse sido bailarina como a avó quisera, quando ela sumisse, alguém perceberia que ninguém mais ali dançava.
         Mas Clarabella não dançava, não cantava, pintava ou escrevia. Era ruim em tudo, até em ser ela mesma, tinha dificuldades. O pai dizia que era culpa da sua tamanha preguiça e desinteresse pelas artes da vida. Arte mesmo era viver. Viver sendo Clarabella.
         No mundo dela, nunca se ouviam interrogações, sempre interjeições.
         -Vamos Clarabella, traga logo isso. - -Clarabella, senta direito, olha a coluna, Clarabella!”- -Clarabella, não come isso, conta as calorias, Clarabella!- -Não me desagrade!- “Não faça manhã, não dê escândalo, olha o drama, Clarabella!-
         Ninguém nunca perguntava onde ela queria almoçar e qualquer dia desses, ela queria almoçar batata recheada, mas ninguém queria saber disso.
         Sua mãe a apelidou de “Monstra” e na frente de todo mundo, a chamava assim, porque a pobre coitada da menina,era diferente das outras meninas que queriam ser diferenciadas agindo da mesma maneira. Clarabella Monstra, por não seguir padrão, tornou-se aberração e por não sentar-se de pernas cruzadas sob o vestido rosa de seda, tornou-se exceção. Mas ser exceção só era bom se você fosse bela e ela estava mais para fera.
         Certo dia, ao acordar, percebeu que havia se tornado um terrível ser coberto de pelos esverdeados, com unhas enormes, sujas e duras e ela cheirava à esgoto. Clarabella respirou aliviada, pois não mais precisava fingir ser igual ou tentar ser bela.


not mine.

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... and im so bored ... (#6 trivialidades)
23 de setembro de 2016 | 8:26 PM | 2 comentários

... with this world that spins around me ...
estou cansada... e entediada, eu tenho me forçado a postar aqui mas está sendo bem difícil, eu faço um monte de rascunhos, mas não consigo postar porque eles simplesmente estão um lixo. eu tô exausta, e nem sei exatamente o porquê; não quero que aqui seja outro diário que fracassou então terei que me esforçar mais.

A little mayhem never hurt anyone
talvez seja como a música do halestorm. eu preciso de algum tipo de ação, bagunça. Preciso despertar. sei que farei fazer valer a pena, ou não sei, sei lá. ultimamente as coisas estão tão... tanto faz. poderia morrer agora que eu não me importaria, ou as pessoas nem ligariam. 

Enquanto estava vindo para faculdade hoje lia o quadrinho de TWD e, cheguei numa parte que a carol se suicida, o engraçado é a coincidência, meu nome é carol. fiquei pensando numa frase específica de um personagem: Ela não deveria ter feito isso, ela não merece minha tristeza.
talvez eu tenha preguiça de me matar. talvez, mesmo negando, eu ainda me importo com o que as pessoas pensam de mim, mesmo abaixo 7 palmos.

Sei que tudo que faço está me levando a um certo caminho: auto destruição. Sei que é proibido matar alguém ou machucar essa pessoa, mas existe alguma lei que impeça você de se machucar? 

eu acho que estou ficando louca.

eu penso 24h em morte, magreza, comida.

eu nem sei como será meu futuro se eu continuar desse jeito. eu queria ser normal.

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#5 Trivialidades
24 de agosto de 2016 | 9:34 AM | 3 comentários

Eu não sei nem há quanto tempo venho formulando esse post na minha cabeça, talvez desde que parei de blogar. Bem,eu parei de blogar porque não tinha exatamente o que (e porque) blogar. Bloqueio criativo, e logo nas férias. Pra simplificar, eu fiquei apenas procastinando as férias inteira. Minhas aulas voltaram tem mais ou menos duas semanas ou seriam três?.
No momento são 23:21PM do dia 23/08/2016, estou no ônibus e ele chacoalha demais. não sei porque pensei que esse seria o momento apropriado prq fazer esse maldito post. Minha barriga ronca de fome (logo completo 24h de nf), escutando amber. Mas eu não estou aqui pra falar do presente, é, não exatamente, mais pra falar do que foi presente, há pelo menos um tempinho atrás.

wong, o que você fez nas férias?
como eu disse, absolutamente nada, mal pude colocar as séries em dia porque estava muito ocupada ficando muito na badfazendo nada.
Eu não tenho me sentindo exatamente triste, mas é um sentimento estranho. Seria tédio? eu adoraria saber. adoraria saber o que exatamente se passa comigo, saber o exato momento em que fiquei dessa forma e então, de algum jeito, voltar no tempo e impedir a antiga eu de chegar nesse fundo do poço. Mas infelizmente isso não é possível.
Conheci um carinha na praia, quando estava com minha irmã e o marido dela, ele é legal e até que bonito, fiquei interessada, mas parece que ele não. mas enfim.... vamu faze oq né?
A notícia boa é que emagreci. mas pretendo emagrecer mais, bem mais

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Apenas me puxe.
21 de agosto de 2016 | 9:34 PM | 0 comentários

Isso nunca vai acabar… eu sinto que isso nunca vai me deixar.. cada vez que eu tropeço o sentimento de repulsa comigo mesma vem mais forte e é como se a tortura mental ficasse mais lenta e poderosa. Eu como, eu infelizmente me rendo ao alimento e por muitas vezes faço do inferno uma casa da qual não existe portas de saída… eu posso correr pra minhas mais variadas formas de escape: choro, remédios, cortes e desespero, me olho no espelho e sinto as lagrimas caírem, me soco internamente e fisicamente até me enganar que a dor física vai ser maior que a mental mas então eu me engano e nenhuma forma de escape consegue me desviar da dor interna, do inferno psicológico em qual mergulho e faço visitas constantes. Tudo machuca minha alma sensível, os comentários, os olhares, as magras, a força, o vazio, tudo machuca, mas nada machuca mais que eu mesma me fazer cair no buraco, eu mesma comer e me decepcionar, saber que eu falhei e por conta própria … ai a dor é grande, ai o choro é mais quente que o normal. Muitas vezes eu fico feliz por ter conseguido ficar livre e vazia, muitas vezes eu durmo como uma pena e acordo cheia de luz com o vazio interno mas não é mais vezes que ir pro inferno, são apenas idas esporádicas ao céu onde encontro a magreza que existe em mim e faço daquilo meu eterno subterfúgio de fuga para quando eu caio no precipício. Há dias mortos, de torturas que eu só penso em arrancar essa maldita pele, essa desgraça não é minha, eu odeio cada centímetro indesejado dessa gordura que não me deixa, eu cavo, eu grito eu rogo pelos ossos, eu preciso me erguer quando não vejo escapatórias porque são as maldades da mente que me afunda na gordura e penso que de lá não posso sair, que sempre vou permanecer assim, que jamais verei meus ossos e derramar lagrimas de felicidade pela magreza…é as mentiras da mente que te leva pra trás, eu não me engano… muitos me dizem que sou enganada por esse demônio que sussurra em meu ouvido que não devo comer, mas é ele que me mostra a enganação da gordura, que eu não posso viver assim, que eu não mereço viver assim…

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| 4:03 PM | 0 comentários

Infelizmente, eu sou dessas que não tem auto estima suficiente para ser feliz sozinha. Sim, eu disse auto estima. Aquele preenchimento que, quando conquistado, te liberta a sentir qualquer coisa - liberdade, desejo, até mesmo amor próprio. Sim, eu preciso de auto estima, para pelo menos ser feliz sozinha. Mas, aonde que fica o poço que transborda auto estima? Talvez seja isso que Carol quer encontrar. E quando encontra, se afunda nesse poço. E nunca mais sai.

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j
20 de agosto de 2016 | 10:03 AM | 0 comentários


Cá me encontro de novo nestas linhas
De novo a te entregar, pobre caderno
Relato do sofrimento hodierno
-Mas com que solicitude o retinhas!
A vida? Continua o mesmo inferno!
Ora, tu cismas com umas perguntinhas...
Por isso é comum que eu deixe sozinhas
As lamentações do meu pranto eterno
Legadas ao vazio inquebrantável
Da indiferença com que tem me ouvido
O círculo cordial e saudável
de minhas amizades - que doído
notar que o sorriso mais amigável
é a máscara do escárnio reprimido.

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03:37 AM
| 9:56 AM | 0 comentários

Ás vezes
Me deito na cama
Ouço a chuva e penso
"Eu não quero ser feliz"
Ser feliz significa que,
Vou ser igual aos outros,
Que vou querer sair de casa,
Que vou agradecer minha existência.
Minha existência mediocre,
Que nem sequer pode dizer "Eu te amo"
Minha existência mediocre
Que apenas continua convivendo com outras pessoas por medo
De descobrirem
Que eu as odeio
Minha mediocre existência
Que sente vontade de chorar
Apenas por ter que ficar junto com os outros.
Minha mediocre existência
Que não tem mais forças
Não tem mais sonho
Não tem mais esperanças
Que não quer deixar sua mascara sorridente cair
Assim como as lágrimas de seu rosto
Então penso
"O que é ser feliz?"
É se tornar um robô
Achar que tudo é perfeito
E achar que esta tudo bem.
sete anos;
18 de agosto de 2016 | 7:27 PM | 0 comentários

Ouvi dizer, que a cada sete anos de vida, nós não somos nós mesmos. A cada sete anos, nossas células, de alguma forma, cometem suicídio e dão lugar para novas. Nos tornamos outra pessoa. Se é assim... imagino quando esse tempo passar pra mim.. Haverá uma eu que você nunca terá tocado, falado, ou ao menos respirado em cima. Haverá um eu que você não conhece. Eu fico contente e meio deprimida com isso. Fico triste porque, ao imaginar uma eu, que nunca foi tocada por você meio que me deixa desesperada, seu toque é por fim, a última lembrança que tenho de nós você, e logo, ela simplesmente irá parar de existir.

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.
16 de agosto de 2016 | 9:05 AM | 4 comentários

Então, eu voltei. não há muito para relatar, mas aqui estou eu, senti falta disto.
#3 DYC: 8 medos
24 de junho de 2016 | 12:45 PM | 2 comentários


Tive que pensar bastante nisso... não sei se tenho medo de algo, não exatamente. não tenho medo do escuro, de fantasmas ou de perder pessoas. talvez esse último eu até tenha... mas eu nem sei realmente como me sinto com relação à isso. aflição. sinto aflição. medo? não. então todos os meus 8 medos ficarão em branco.

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23 de junho de 2016 | 7:33 PM | 0 comentários


é um dia quase normal, mas tenho a impressão de ter te esquecido, numa dessas quintas, sozinha, lembrando dos dias em que a insônia se fazia moradia entre nós, e as madrugadas eram pequenas, com alguns cigarros. era só mais um dia. um dia quase normal

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22 de junho de 2016 | 6:45 PM | 4 comentários

Tentei escrever aquilo que sentia, não consegui. Rasguei uma, duas, sete folhas, era como se fosse um bloqueio, que me impedia de passar para o papel aquilo que estava sentindo. É uma sensação ruim e difícil de se lidar. Coloquei minha música favorita, assisti filmes de romance, e mesmo assim, não adiantou. Reli nossas conversas, senti o restinho do teu cheiro contido no seu antigo travesseiro, mas tudo isto foi em vão. Era um bloqueio de sentimentos, que me consumia de dentro pra fora.

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dead butterfly
21 de junho de 2016 | 12:30 PM | 0 comentários



Eu não tive ninguém por muito tempo. Nunca conheci ninguém tão corajoso que teve a audácia de se arriscar e ficar do meu lado por um longo período. Já cheguei a pensar que o problema era propriamente comigo, que às vezes não consigo lidar muito bem com as coisas boas que disponho. Tenho mania de colocar na cabeça que se eu parar de demonstrar tanto valor para as pessoas ou parar de correr atrás delas, as coisas se resolvem. Mas ninguém sabe que isso é apenas o meu jeito interno de proteção. E não me protejo porque quero. Apenas não aprendi a deixar a guarda baixa. Eu sou uma pessoa com uma incrível facilidade de amar e exatamente por isso que me reprimo tanto. Tenho medo de me encantar novamente por alguém que simplesmente deixe a magia acabar meia-noite. Que não luta, não se esforça e permanece neutro vendo tudo se acabar rapidamente. Na mesma velocidade que começou. Mas queria que com você fosse diferente. Realmente queria. E se você me perguntar porque eu sou assim, eu respondo que por muito tempo dependi demais das pessoas e acabei sempre assistindo o mesmo cenário: Todas indo embora.

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#2 DYC: 9 amores
| 12:11 PM | 0 comentários


  • gatos 
  • fotografias 
  • cores pastéis 
  • coisas fofas 
  • livros 
  • música 
  • o obscuro 
  • mexer em html 
  • o lugar em que tenho tudo e posso ser eu mesma: sonhos (ou pesadelos)

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#4 Trivialidades;
20 de junho de 2016 | 6:07 PM | 0 comentários





irritada, exausta, sem saco. sem saco pra ler, pra ouvir música ou assistir séries. estou fazendo essa postagem meio que derretendo de tédio e ódio de mim mesma. ultimamente só tenho pensado em comer e emagrecer. comer, vomitar, tomar laxantes, ficar 72 horas sem comer e depois comer o suficiente pra semana inteira têm sido minha rotina, e no final de tudo isso eu perdi só um quilo... eu sou uma piada (de mal gosto). no momento não estou me preocupando com nada, das notas que já lançaram (4/7) eu passei em todas... por enquanto. ao que parece minhas aulas só voltam em agosto, e essa é a data que quero estar mais magra... eu não aguento mais meu corpo, estou tão paranóica com emagrecer mas só penso em comida o dia todo… argh

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tumblr
15 de junho de 2016 | 10:52 AM | 0 comentários

Você caminhou por meio de minhas sombras, pela tinta da minha alma, pelas páginas dos meus olhos acreditando em uma luz que jurava ter visto. você escutou o vento soprar nas janelas do meu ser, atravessando todos os muros que construí, e ainda assim... você se foi, como todas as pétalas de minha flor de inverno.

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you are dead.
| 9:51 AM | 0 comentários

Morte nem é uma grande coisa assim. você apenas vai para uma outra sala, eu sou eu e você é você. o que quer que sejamos um do outro, isso foi o que ficou.

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Movies Challenge
13 de junho de 2016 | 12:33 PM | 0 comentários

Horror challenge The 31 day horror movie challenge specifically designed for October, but clearly appropriate any time of the year!


  • Day 1: Your favorite horror movie
  • Day 2: Your favorite classic horror movie
  • Day 3: A movie by your favorite horror director
  • Day 4: Your favorite black and white horror movie
  • Day 5: Your favorite horror movie based on a Stephen King novel
  • Day 6: A horror movie starring your favorite actor
  • Day 7: Your favorite Tim Burton movie
  • Day 8: Your favorite Oscar winning horror movie
  • Day 9: Your favorite horror movie from the year you were born
  • Day 10: Your favorite horror movie from the 60s
  • Day 11: Your favorite horror movie from the 70s
  • Day 12: Your favorite horror movie from the 80s
  • Day 13: Your favorite horror movie from the 90s
  • Day 14: Your favorite horror movie from the 00s
  • Day 15: Your favorite gore flick
  • Day 16: The first horror movie you ever saw
  • Day 17: Your favorite underrated horror movie
  • Day 18: Your favorite horror movie based on true events
  • Day 19: Your favorite classic horror remake
  • Day 20: A horror movie you’ve watched at least 10 times
  • Day 21: Your favorite horror comedy
  • Day 22: Your favorite slasher
  • Day 23: A movie that changed your opinion of horror
  • Day 24: The last horror movie you saw at the cinema
  • Day 25: Your favorite horror themed documentary
  • Day 26: Your favorite animated horror movie
  • Day 27: A horror movie you can relate to
  • Day 28: The horror movie that scares you the most
  • Day 29: Your favorite psychological thriller
  • Day 30: Your favorite zombie movie
  • Day 31: Your favorite movie from the Halloween franchise



Netflix Movies Challenge






90s Teen Film Challenge.

  • 6 Teen Comedies
  • 6 Dark Teen Comedies
  • 6 Teen Horror/Supernatural Films
  • 6 Teen Dramas



Romantic Comedies Challenge.


  • Roman Holiday
  • Breakfast at Tiffany’s
  • The Seven Year Itch
  • The Apartment
  • Mannequin
  • Pretty In Pink
  • Sixteen Candles
  • Say Anything…
  • When Harry Met Sally
  • Annie Hall
  • You’ve Got Mail
  • Sleepless In Seattle
  • Notting Hill
  • Pretty Woman
  • The Wedding Singer
  • The Runaway Bride
  • Four Weddings and a Funeral
  • My Big Fat Greek Wedding
  • Bridget Jones’s Diary
  • About A Boy
  • Amelie
  • Clueless
  • 10 Things I Hate About You
  • My Bestfriend’s Wedding
  • Jerry Maguire
  • Something’s Gotta Give
  • 50 First Dates
  • Sweet Home Alabama
  • My Sassy Girl
  • Serendipity
  • Just Like Heaven
  • Waitress
  • Mr. Deeds
  • How To Lose a Guy in 10 Days
  • Love Actually
  • 27 Dresses
  • The Proposal
  • Hitch
  • Knocked Up
  • Made of Honor
  • Ghosts Of Girlfriends’ Past
  • (500) Days of Summer
  • Leap Year
  • The Ugly Truth
  • Beautiful Lies
  • Life As We Know It
  • No Strings Attached
  • Friends With Benefits
  • This Means War
  • Silver Linings Playbook

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Será que vale a pena?
| 5:47 AM | 0 comentários

Estou aqui, 5:40 da manhã, acordada. sofrendo efeito de laxantes. quero chegar ao meu objetivo, baixo demais. Será que vale a pena? Já fiz isso muitas vezes, mas sempre voltava, provando a fraca que eu sou, uma sanfona tocando um forró triste. Prometi a mim mesma que seria a última. Seria a última porque, se não funcionasse desta vez eu acabaria com tudo. Estou tentando fazer funcionar. Amanhã começarei um cronograma. E na próxima segunda, e na próxima. e na próxima. e na próxima até o final da vida. será que vale a pena? . Tenho até 01 de agosto pra me tornar alguém que eu amaria.

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sem título
2 de junho de 2016 | 12:54 AM | 1 comentários

Eu cheguei a conclusão que onde quer que minha alma gêmea esteja (se é que existe essa coisa de alma gêmea), ele é introvertido, fechado e gosta de ficar em casa o dia todo, trancado no quarto comendo pizza, vendo séries, animes, lendo um livro ou jogando meu jogo favorito. o d i a t o d o . mas então... eu noto que eu descrevi a mim mesma e eu sou muito introvertida e fechada para sair de casa então. . .
sou minha própria alma gêmea ou nunca irei encontrar essa pessoa porque está provavelmente comendo outrx nesse momento.

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aquela moça.
1 de junho de 2016 | 12:46 AM | 0 comentários

aquela moça nerd, que sempre senta na frente. aquela que sempre usa o uniforme preto. aquela que está sempre de fones de ouvido. aquela que sempre está com um corte de cabelo diferente a cada semana, mas a gente nunca percebe a não ser que ela diga, né?

aquela que sempre tem uma resposta perfeita para mandar ao professor quando ele faz aquela pergunta difícil, mas ela hesita, porque tem medo dos olhares. aquela que está sempre com a coleirinha, que parece sufocar. aquela que usa um casaquinho de lã, mas ele têm as mangas curtas e provavelmente nunca esquenta. aquela que... ela não estava com o cabelo vermelho?

aquela que está sempre do lado da mais maravilhosíssima-bem-humorada-e-super-popular garota da sala, mas ela só é um plano de fundo mesmo, ninguém liga para a amiga gorda. ela fica no fundo enquanto as pessoas falam com a maravilhosíssima. aquela que está a todo tempo flutuando em pensamentos, então faz aquela encurvatura do queixo, como se fosse chorar a qualquer segundo.
aquela que é sempre interrompida. ignorada. falada por cima. passada batido. não está realmente ali, mas ao mesmo tempo está. prefere ler um livro de romance bobo a chorar na frente de todos. aquela que queria um abracinho.
aquela que a gente não lembra o nome, mas sempre tá ali. aquela que não tem muita importância mesmo, esquecível. ela poderia desaparecer a qualquer segundo, aquela moça.

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caos
29 de maio de 2016 | 3:09 PM | 0 comentários


Abri a janela de uma casa sonhadora e me dei de cara com a realidade terrível.
Aquela realidade eu não quero nem lembrar. Vi gente preocupada com o próprio umbigo. Gente que não valorizava mais o afeto. Uma bagunça. Naquele mundo as pessoas vivam para o trabalho, chegavam tarde e saíam cedo, pouco viam seus filhos/pais. Não valorizavam a arte e nem a música da natureza. Fugiam da chuva, como se fosse uma droga. Jogavam pragas uns nos outros e pensavam coisas ruins sobre pessoas que viviam da arte de rua.
Naquele mundo não tinha diversão, só preocupação. Tinha correria e pouco tempo. Era um caos.
O pior de tudo é que aquele caos, era nós que causávamos.

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me deixa.
| 3:09 PM | 0 comentários

Me deixa fazer seu corpo desconhecido de moradia para os meus devaneios menos inocentes e fora da minha alma de poetisa que faz serenata. Me deixa pensar que ainda está aqui quando nunca esteve. Me deixa pensar que tu me pertences de forma em que somos parte daquilo que jamais poderei descrever ou escrever. Me deixa ser sua quando nunca fui. E não me deixa. Fica e diz o contrário de toda e qualquer teoria. Me deixa construir poesia nos fios dos seus cabelos, no seu sorriso oculto e no jeitinho que você encolhe os olhos nas fotos. Me deixa experimentar devagarinho cada parte do seu caos que atiça meus devaneios de poeta inexperiente. Me deixa apreciar cada parte em você, me deixa amar cada defeito e cada erro seu. Deixa eu me construir nas palavras que você diz, mesmo quando elas não são verdadeiras. Me deixa viver na simplicidade de acordar com o coração cheio de amor pra lhe entregar. Me deixa ser quem você quiser ao lado, me deixa largar minha essência inútil e solitária para me fazer daquela que você sempre quis - a que nunca serei.
Tu me deixaste.

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perdoa.
| 3:09 PM | 0 comentários

Perdoa a minha essência desesperada
Por você pensei que pudesse ser amada
É que por você pensei que pudesse ser completada
Por você pensei que pudesse ser esperada.
Perdoa a minha vontade de te amar
É que nunca pensei que fosse te achar
Eu só queria te pedir pra ficar
Você nem me esperou terminar
Mas talvez tenha sido eu que fiz tudo acabar.
Perdoa o meu sentimento inesperado
É que ele apareceu sem ser convidado
Criou um romance encantado
Que antes mesmo do começo foi acabado.
Perdoa a saudade escondida
É que eu sei que sempre vou ser incompreendida
E que por amar só, ela sempre vai ser doída
E o silêncio vai fazê-la diminuída.
Perdoa esse poema
É que escrever sempre foi o meu dilema
E eu, um problema.

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Flores
| 3:08 PM | 0 comentários


Sempre gostei de flores.Não tenho uma preferida exatamente, mas as margaridas me atraem. Eu gosto do contraste entre as pétalas e o miolo. O amarelo forte e o branco tão claro. Toda vez que passo na floricultura perto da minha casa, fico alguns segundos admirando beleza tão singela. Se juntassem todas as fotos que tenho de flores, não caberia em apenas um álbum. Mania de criança. Quando menor, fotografava diferente tipos e esperava algum dia que criaria uma enorme campanha pra incentivar as pessoas a protegerem a natureza, apenas lhes mostrando quanta beleza existe numa pequena flor.
E não apenas pela simples capacidade de admira-las, as flores renovam o sentimento.  “Trouxe estas pra você. São suas preferidas”  E o corpo se enche de amor. A alma se renova. O coração acalentado, trasborda de alegria. Tanto significado naquele pequeno vaso, naquelas cores, no aroma e na textura aveludada de uma flor.
A importância são se dá pelo tamanho ou pelo custo. Se dá pelo que provoca internamente dentro de nós. Se dá pelas batidas mais fortes no peito, e o sorriso involuntário que surge no rosto.
E que seja assim. Para onde for, que tenham flores. Por onde for, que vença o amor pelo simples.

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é amor ou ilusão?
28 de maio de 2016 | 10:35 AM | 0 comentários



Sabe quando você não consegue entender o que se passa na cabeça de alguém? Ás vezes ela quer te tratar com todo amor do mundo, se declarar e ora muda completamente. Será que você quer usar-me? Será que você ama-me como eu o amo? Será? É rapaz, eu não te entendo! Você diz querer ter-me só pra ti, mas pega outras garotas, beija outras meninas e deita com elas em outras camas. Você está mexendo comigo, está mexendo com meus sentimentos, bagunçando minha vida. Eu não entendo essa sua frieza logo comigo que sou tão quente. Será que foi a minha intensidade demais que fez você se afastar de mim? Mas quanto mais intensidade, mais amor, mas acho que você não gosta disso. Sabe, tive muito medo de me entregar e quando eu me entrego você me decepciona. Pensei que era diferente, pensei que era um homem maduro e sincero o suficiente para amar-me, mas me enganei! Me iludi com meus próprios pensamentos, fora que você ajudou a fazer com que eu acreditasse em suas palavras. É, eu realmente não entendo o que se passa em seu coração e em seu pensamento. Mas tenho certeza que eu não sou, tenho absoluta certeza! Será que foi pedir demais que você não mudasse comigo que você acabou mudando? Será que foi isso? Algumas pessoas dizem que estou exagerando, outras que estou me entregando demais e meu coração diz que estou sendo completamente trouxa. É, eu me enganei contigo, me enganei com quem era à um mês atrás. Talvez você já era assim e eu não percebi, me entreguei rápido demais e me prejudiquei. Agora o que me falta querer saber é, será que me ama ou apenas quer o meu corpo igual tem o das outras moças? Diga-me pela primeira e última vez, você realmente deseja-me como sua companheira?

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nada
26 de maio de 2016 | 3:43 PM | 0 comentários



Nenhum segundo a mais no despertador. Nenhum livro novo. Nenhum doce na geladeira. Nenhum sorriso cruzando a rua. Nenhum e-mail. Nenhuma gentileza. Nenhuma mensagem de aniversário. Nenhuma mensagem atrasada de aniversário. Nenhuma piada. Nenhum xingamento. Nenhum elogio. Nenhum barulho de grilo. Nenhum grito de medo. Nenhum acampamento na sala. Nenhuma mensagem no celular. Nenhuma ligação esperada. Nenhuma ligação inesperada. Nenhum aperto de mão sobrando. Nenhum nome faltando. Nenhum pedido atendido. Nenhuma pizza paga. Nenhum drink oferecido. Nenhum sorvete derretido. Nenhuma bochecha corada. Nenhum centavo ganho. Nenhum amor inteiro. Nenhum amor parcelado. Nenhum queixo sujo de brigadeiro. Nenhuma coberta quente. Nenhum sofá com marcas de uso. Nenhum badalar de sinos. Nenhuma nuvem em forma de cavalo no céu. Nenhuma ligação. Nenhum pedido de namoro. Nenhuma escova de dentes fora do pote. Nenhum lápis apontado. Nenhuma sombra. Nenhuma presença. Dias. Noites. Vida. Piloto automático.

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Caça palavras
| 1:21 PM | 0 comentários


Não há sentido em enganar a si mesmo fingindo pertencer à uma pessoa que nunca conseguiu te alcançar. Causa um vazio imenso olhar para alguém que você deveria amar e saber que não sobrou nada do que um dia teve um futuro. Sentir absolutamente nada. É miserável. Nenhuma mente é capaz de se manter sã depois de muito tempo nessa situação, e a poesia é a última coisa que vai te salvar. Mas eu encontrei uma saída, um modo de recuperar o que sobrou da minha lucidez. Nada me fez tão bem naquela semana em que tudo mudou quanto sentir suas mãos nas minhas. Esqueci de te dizer que sempre me senti presa com outras pessoas que tentaram me dar amor, mas que encontrei a liberdade nos seus cabelos negros. Quase tão escuros quanto seus olhos. Você sempre me perguntava o porquê de eu nunca querer dormir no seu colo, e eu te disse que é por não querer perder o tempo que tenho com você. Esqueci de mencionar que não queria baixar mais ainda minha guarda. Eu não podia. Mas um dia eu resolvi arriscar e descansar no seu colo, e nunca dormi tão calmamente quanto naquele momento. Foi um porre dormir sozinha mais tarde. Eu ficaria mais confortável passando uma noite no chão do seu quarto do que jamais ficarei na minha cama. E te odeio por isso. Por me amansar, me deixar inofensiva, por fazer todas as noites parecem tediosas sem você me usando como travesseiro. Sempre me recusei a admitir, você me tem. Eu te faria mil haikais se você me pedisse. Escreveria um livro sobre suas mãos mais delicadas que as minhas. Cantaria pra você dormir todas as noites. Mas você não pede. Eu te daria tudo o que eu sou, vivo e sinto sem você me pedir. Te amo porque seu amor por mim é limpo. Suas mãos quando me tocam são leves. Você merece todo o amor do mundo, e eu sou eternamente grata e feliz porque, entre tantas pessoas, você me escolheu. Te amo como nunca.

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Título da postagem
25 de maio de 2016 | 1:22 PM | 2 comentários

Segunda, olho no espelho e vejo a decadência em que me encontro. Cabelos feios e embaraçados, pensamentos, esperança, planos que deixo para realizar na terça. Então, decido dormir. para o tempo passar rápido. Em um piscar de olhos, já é terça. Terça, no espelho vejo uma mulher decidida. Coloco os planos no papel, e lá fica. Não tenho tempo. Estou ocupada, fazendo nada. Nada me faz mal, só quando não faço nada. Meu coração acelera, o estômago dói. Imploro para terça virar quarta. As horas passam, passam e tornasse quarta. Ah, a quarta feira… o meu tempo de descanso de fazer nada. A quarta feira é como uma mãe. Acolhedora, tranquila e sempre no meio termo nem boa nem ruim, entre o ódio e o amor. O tempo passou, porém ainda tem tempo. Você ainda tem dois dias pra começar a por seus planos em prática. Você tinha dois dias, pois já é quinta, quinta a mulher que vejo no espelho, está de boca pintando de vermelho, como se fosse outra. Decide ir nos lugares onde planejou na terça. O tempo não dá trégua, não para. Passa, passa, passa, passa, passa, passa e sem conseguir realizar metade do que eu havia planejado, sexta se apresenta. O dia que os brasileiros amam. O carnaval das semanas. A obrigação de ser FELIZ, ir às festas, beber, beijar mais bocas de que possa se lembrar. E eu estou em casa, esperando o dia que vou poder ser feliz. Me recuso a ser feliz durante um copo de cerveja. Me recuso masturbar meu ego por uma noite e no outro lembrar que continuo uma bosta. Prefiro perder as noites de sexta ao jogar fora as minhas chances de ser melhor. “Prometo! Semana que vem, eu vou estar melhor.” Sábado, meus amigos lembram de mim. “Você precisa socializar, ver gente” “Desculpa gente. Eu estou com dor de cabeça” dor de cabeça, dor de não se encaixar, dor de ouvir vocês falando besteira. Domingo fico ansiosa, tristonha, feliz, nervosa, cansada…fim. Segunda tudo recomeça.

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Quem?
24 de maio de 2016 | 4:41 PM | 2 comentários

    

Eu sou esse monte de musicas acumuladas que me fazem se sentir bem ou mal, Eu sou um poster colado na parede com mil e outros posters colados na parede que pra alguém só serve de enfeite ou algo mais. Eu vejo gente correndo e nem sei pra quê, porque. Eu sou confusa e vejo a confusão nas pessoas. Eu gosto da sensação de quando sento para fumar e escutar The 1975, gosto da sensação de quando li pela primeira vez um livro velho empoeirado de minha mãe, gosto da sensação de calma e de paz e algumas vezes até me incomodam. Não sei, eu tenho esse jeito, as vezes escrevo as coisas e choro nas possibilidades de algumas meias verdades se tornam completas verdades. Tenho medo das pessoas, do meu cão, do meu caos. Eu tenho medo de viver, isso é engraçado, eu sei, mas eu sinto medo de muitas e muitas coisas por ai, é confuso, é doentio e é algo meu, algo que só eu consigo entender, entende? Eu não consigo falar olhando nos olhos, não consigo entender até certos pontos, eu julgo tudo e todos, eu me acho a certa de tudo. Eu odeio as meias verdades, odeio as possibilidades de que possam realmente se tonar completas verdades. Eu odeio ter que me tornar completamente algo.

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aquela
| 11:35 AM | 2 comentários

    

De vez em quando, surgiam em mim aquelas vontades de gritar pro mundo, sacudir a poeira, levantar o astral. De querer revolucionar, inspirar alguém, plantar aquela sementinha. De fazer alguma coisa pela vida. Mas era momentâneo, durava pouco. Eu sou 8:80 e raramente me mantenho em meios-termos, permaneço em estado de montanha-russa, agora em cima, logo, em baixo. No meu caso, o auge é vizinho do abismo.

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